domingo, 31 de dezembro de 2023

Setima noite santa

 A Virgem é a imagem terrestre da Alma Cósmica - Sofia, corresponde ao aspecto de nossa alma que permanece intocada pelas necessidades terrestres e que pode acolher e gerar o Espírito individualizado. 


“Na sétima Noite Santa através do portal da Virgem recebemos os impulsos espirituais dos Kyriotetes, que são capacidades de criar o espaço para algo novo Ser gestado no íntimo, e de encontrar forças a partir do seu próprio interior, para fazer desabrochar a sua vida. A Virgem é a imagem terrestre da Alma cósmica, a Sofia, e ela é considerada virgem porque corresponde a um aspecto de nossa alma que permanece intocada pelas necessidades terrestres, e pode então acolher e gerar o Espírito individualizado em nós. Isto significa um estado de entrega e doação constantes, de cortesia e polidez. Nesta noite concentre-se, como faz a semente, na essência do que você quer realizar.” 

SÉTIMA NOITE SANTA – 31 de dezembro 

De novo temos o nascer do sol que anuncia o novo dia, e no final deste o cair da noite. Uma nova estrela brilha no céu emanando luz da Constelação da Virgem o portal do qual emanam as forças dos Kyriotetes, os Seres da Sabedoria, também chamados Domínios. 

Na evolução, eles acordaram ao perceber a existência de outros Seres, para os quais criaram então o espaço do acolhimento. Estamos ainda no âmbito da segunda hierarquia, os Seres que acolhem e realizam os planos divinos. 

As forças do Signo da Virgem configuraram o ventre, que é um aspecto físico do feminino que pode receber e gerar outro ser. A alma, a nossa vida interna também tem esta qualidade do feminino, de levar para dentro, de acolher no íntimo e de guardar a nossa essência, o nosso Eu. 

A Virgem é a imagem terrestre da Alma cósmica, a Sofia, e ela é considerada virgem porque corresponde a um aspecto de nossa alma que permanece intocada pelas necessidades terrestres, e pode então acolher e gerar o Espírito individualizado em nós. Isto significa um estado de entrega e doação constantes, de cortesia e polidez. 

Na sétima Noite Santa através do portal da Virgem recebemos os impulsos espirituais dos Kyriotetes, que são capacidades de criar o espaço para algo novo Ser gestado no íntimo, e de encontrar forças a partir do seu próprio interior, para fazer desabrochar a sua vida. 

Nesta noite concentre-se, como faz a semente, na essência do que você quer realizar. Da região da Virgem, os Kyriotetes, Espíritos de Sabedoria, trazem a você a capacidade de encontrar forças a partir do seu próprio interior, para fazer desabrochar a sua vida. 





quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

SAUDE

 


12 Noites Santas

 "As 12 Noites Santas representam a escada de expansão da Consciência Divina em nós..." 


Sergei Prokofieff 

É o assim denominado período que vai da noite de Natal (dia 25 de dezembro) até a noite anterior ao dia dos Reis (5 de janeiro), quando, segundo a antiga tradição cristã, bençãos divinas se derramam sobre nós através dos portais das 12 constelações do Zodíaco, o cinturão de estrelas em volta do espaço sideral no qual existimos. As 12 badaladas da meia noite do Natal anunciam a vigília que é um preparo espiritual, como se as Noites Santas fossem uma prévia dos 12 meses do ano que se inicia. As virtudes recebidas das hierarquias espirituais nesta época, através da meditação, injetam suas forças no nosso desenvolvimento espiritual ao longo do novo ano. Uma atenção especial deve ser dada aos sonhos como mensageiros do espírito. 

AS 12 NOITES SANTAS – INTRODUÇÃO 

Segundo uma antiga tradição cristã, as Doze Noites Santas é o período que vai da noite de Natal até o dia de Reis. 

Através da Luz Espiritual que brilha das estrelas do Zodíaco, as bênçãos divinas se derramam sobre aqueles que oram e vigiam. Os sonhos nestas noites se tornam mensageiros do Espírito! 

Quando se acendeu no céu a estrela há muito tempo esperada, os Reis Magos iniciaram a jornada até a Criança que seria o novo Sol do Mundo. Após doze noites, consideradas sagradas a partir de então, eles puderam alcançá-la e ofertar o incenso, a mirra e o ouro, em nome de toda a Humanidade, acompanhados dos votos de que o Espírito Divino pudesse viver no pensar, sentir e querer humanos. 

Dos pés à cabeça podemos vivenciar a transformação, de pessoas terrenas e materialistas, em pessoas espiritualizadas, que olham o mundo com uma visão espiritual. Vislumbramos a escada de expansão da consciência, que ajuda a dar nascimento, no último degrau, ao Ser Divino em cada um de nós. 

A cada Natal temos a chance de um novo nascimento. E a cada ano, a oportunidade de uma nova vida. Não podemos nos esquecer disso, pois precisamos urgentemente de forças espirituais, não apenas para cada um de nós individualmente, mas para toda a Humanidade. 

Na meditação das noites santas, podemos colocar na alma as sementes da Esperança em relação aos doze meses do ano que entra. Meditando dos pés em direção à cabeça, podemos almejar a consolidação das forças do nosso ser e a transformação dessas forças em qualidades verdadeiramente humanas e sagradas. 

As 12 badaladas da meia noite do Natal anunciam a vigília, que pode ser um preparo espiritual, como se as Noites Santas fôssem uma prévia dos 12 meses do ano que se inicia. 

As inspirações recebidas das hierarquias espirituais nestas doze noites, através da meditação, injetam forças no desenvolvimento espiritual ao longo de todo o ano. 

O Evangelho de Mateus nos remete aos mistérios espirituais da Antiguidade, etapa do desenvolvimento da humanidade na época do assentamento na região do Mediterrâneo, quando aqueles que eram iniciados desenvolviam a visão clarividente. Os corpos siderais eram vistos por eles como a manifestação de seres espirituais em atividade constante e contínua transmutação. A esse antigo estado de consciência clarividente está associado o surgimento da Astrologia, sabedoria baseada na analogia do movimento e posição dos astros com o destino humano. Ao fazermos a vigília das Noites Santas podemos retomar a jornada dos Reis Magos através da ligação com esta sabedoria, recebendo irradiações das 12 constelações do Zodíaco. 

As hierarquias espirituais podem ser contempladas como esculturas, no portão sul da Catedral de Chartres, a mais importante catedral gótica da Idade Média. Neste portão, chamado de Portão da Transubstanciação, as hierarquias formam uma escada ascendente que representa o ensino espiritual. 

O aluno vai de degrau em degrau se conectando a esses seres espirituais, que representam diferentes estados de Consciência. Neste aprendizado, o pensar e o sentir, integrados, se tornam órgãos de compreensão e de participação no mundo espiritual. 

Os nomes das hierarquias se originaram de um manuscrito de Dionísio, o Aeropagita, que fundou a primeira escola esotérica cristã da Antiguidade. Dionísio, um iniciado nos antigos centros de mistérios gregos, renomeou os seres divinos, que eram chamados na Antiguidade como seres de Vênus, seres de Mercúrio e outros, a partir de uma revelação do Cristo feita a ele por Paulo de Damasco. 

O Manuscrito escreve os nove níveis de seres divinos associados em grupos de três hierarquias que participaram da evolução da Terra e do ser humano. 

A primeira hieraquia inclui os Serafins, Querubins e Tronos, que iniciaram a evolução. 

Eles atuam a partir do divino, da esfera macrocósmica, que é denominada a esfera do Pai, de Deus, de Alá, do amor divino, do grande mistério, da doação cósmica. Eles são seres de um estado evolutivo anterior ao nosso, tão avançados em sua evolução que foram capazes de fazer fluir de si a sua própria substância, dando nascimento ao atual estado do nosso sistema solar. 

A segunda hierarquia é formada pelos Kyriotetes, Dynamis e os Exusiai, ou Elohins. Eles também são chamados de Domínios, Virtudes e Potestades. Enquanto no processo de configuração do nosso Cosmos a primeira hierarquia atuou de fora, a segunda hierarquia, de dentro do processo, acolheu os planos divinos transformando-os em sabedoria, dando-lhes movimento e forma. 

E por último a terceira hierarquia – os Arqueus, ou Principados, os Arcanjos e Anjos, próximos do ser humano, porque desenvolveram a sua essência nesta etapa evolutiva em que nós, Anthropos, nos encontramos, e na qual estamos destinados a nos tornar cocriadores da Evolução. 

Rudolf Steiner, filosofo alemão que revelou a Antroposofia ao mundo, chamava a atenção para o fato de que o homem autoconsciente deveria reaprender a vivenciar as hierarquias na sua vida interna como realidades. 

Ele diz que esses seres espirituais vêm ao nosso encontro quando nos preparamos para conhecê-los, e falarão à nossa alma primeiramente como pensamentos e sentimentos, e só então os perceberemos como realidades! 

Sergei Prokofieff, um dos dirigentes mundiais da Antroposofia, descreveu o ensino espiritual de Chartres na tradição da vigília das 12 noites santas. 

Ele delineia a escada de expansão da consciência, que ajuda a dar nascimento, no último degrau, ao Ser Divino em cada um de nós. 

Prokofieff faz uma analogia entre este caminho de transformação e o processo de desenvolvimento descrito por Rudolf Steiner como o caminho de Jesus a Cristo. 

Jesus nasce como a criança arquetípica, destinada a se desenvolver como um Ser Humano, de tal forma que possa acolher em si o Eu do Cosmo, no Batismo do Jordão. Este acontecimento místico derramará sua influência por sobre toda a história da Humanidade, como um grande arquétipo de desenvolvimento espiritual. 

12 Noites Santas- principio


QUARTA NOITE SANTA – 28 DE DEZEMBRO 

Atravessamos mais um dia, cai a noite e uma nova luz brilha no céu irradiando da Constelação de Sagitário, de onde emanam as forças espirituais dos Arqueus, os Seres da Personalidade, também chamados de Principados. Isto significa que eles não só possuem um Eu como sabem que o possuem e através dessa consciência intensificada eles criam uma imagem de si no exterior. Eles projetam no exterior a força de sua luta interna que é a própria luta do centauro, do ser humano emancipado por um lado na sua inteligência mas por outro lado, em luta constante para superar suas forças animalescas, seus instintos selvagens, suas forças egoísticas. 

Os Arqueus são considerados os Espíritos do Tempo porque essa luta é a própria luta do desenvolvimento humano no nosso tempo, abrangendo algo que ultrapassa todas as etnias e se torna uma influência cultural na nossa civilização. 

Aqui a tarefa anterior dos Arcanjos, que era proteger a sabedoria cósmica das intenções egoístas é ampliada pelos Arqueus, estando expressa no desafio da nossa civilização moderna na luta entre o materialismo exacerbado e a preservação dos recursos naturais. 

No portal sul da Catedral de Chartres, a escultura de Micael preside as 3 hierarquias. Rudolf Steiner constantemente se refere a ele como o Regente desta nossa Época, com a missão de dominar o Dragão, o ser mítico representado pelo nosso intelecto, quando a sabedoria cósmica é apropriada através da compreensão das leis, através da ciência natural e precisa ser colocada no mundo de forma mais ampla para o bem de todos. Tanto no aspecto pessoal de construção da personalidade como neste aspecto temporal, esta luta representa um cair e levantar constantes. 

Nesta quarta Noite Santa recebemos através do Portal do Sagitário os impulsos espirituais dos Arqueus, também chamados de Principados, para o fortalecimento da personalidade, de forma que tenhamos forças de estabelecer e sustentar impulsos mais abrangentes na nossa vida que nos orientem para o futuro e que contenham metas espirituais para a nossa existência. 

Nesta noite reavalie as suas qualidades pessoais. Da região de Sagitário, os Arqueus, Espíritos da Personalidade, lhe trarão as forças da inteligência que erguem você, que sustentam você, e apontam a direção do futuro. Eles injetam clareza no seu pensar para que você perceba e assuma o compromisso com o que há de melhor em você.

 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Hermes Trimegisto

 Hermes Trismegistos é o nome grego dado ao deus egípcio Thoth, considerado o inventor da escrita e de todas as ciências a ela ligadas, inclusive a medicina, a astronomia e a magia. Segundo o historiador Heródoto, já no séc. V a.C. Thoth era identificado e assimilado a Hermes Trismegisto, i.e., ao Três Vezes Poderoso Hermes.

A pedra de Roseta, gravada no ano 196 a.C também identifica Hermes como Thoth. A tradução dos hieróglifos das câmaras mortuárias do Vale dos Reis permitiu dividir os escritos atribuídos a Hermes-Thoth em dois tipos principais: o Hermetismo “popular” que trata da astrologia e das ciências ocultas, e o Hermetismo para os “cultos”, que trata de Teologia e de Filosofia.

Do renascimento até ao final do século XIX pouca atenção foi dispensada aos Escritos Herméticos populares. Estudos recentes mostraram, no entanto, que a literatura popular hermética é anterior ao Hermetismo dito culto, e reflete as idéias e convicções dominantes no império romano.

Os Escritos Herméticos sobre Teologia e Esoterismo constam de dezessete tratados, que compõem o Corpus Hermeticum. Este conjunto de Escritos reúne as compilações feitas por Stobaeus e por Apuleius. A compilação de Apuleius for traduzida para o Latim por Asclepius. Estes escritos são datados dos três primeiros séculos da era cristã e foram escritos em língua grega, embora os conceitos neles contidos sejam de origem egípcia.

O Corpus Hermeticum reúne a Hermética e a Tábua de Esmeralda. Estas duas obras são trabalhos estritamente herméticos sobre os quais se fundam a ciência e a filosofia alquímicas. A Hermética consta de uma série de livros, dos quais o mais importante é Livro I, Pimandro, que é um diálogo de Hermes consigo mesmo.

O Hermetismo foi estudado durante séculos pelos árabes, e por seu intermédio chegou ao Ocidente, onde influenciou homens como Albertus Magnus. Em toda a literatura Medieval e do Renascimento são freqüentes as referências a Hermes Trismegistos e aos Escritos Herméticos, estudados e aprofundados, principalmente, pelos Alquimistas e pelos Rosacruzes. Para os Rozacruzes, Hermes Trismegistos foi um sábio. O Dr. H. Spencer Lewis, escritor e Grande Mestre da Ordem Rosacruz, se referia a Hermes como uma pessoa real.

No mundo greco-latino, sobretudo em Roma, com os gnósticos e neoplatônicos, Hermes Trismegisto se converteu num deus cujo poder varou os séculos. Na realidade, Hermes Trismegisto resultou de um sincretismo com o Mercúrio latino e com o deus egípcio Thoth, o escrivão no julgamento dos mortos no Paraíso de Osíris, e patrono de todas as ciências na Grécia Antiga.

Em Roma, a partir dos primeiros séculos da era cristã, surgiram muitos tratados e documentos de caráter religioso e esotérico que se diziam inspirar-se na religião egípcia, no neoplatonismo e no neopitagorismo. Esse vasto conjunto de escritos que se acham reunidos sob o nome de Corpus Hermeticum, coleção relativa a Hermes Trismegisto, é uma fusão de filosofia, religião, alquimia, magia e astrologia, e tem muito pouco de egípcio.

Desse Corpus Hermeticum muito se aproveitou a Gnose (conhecimento esotérico da divindade, transmitido através dos ritos de iniciação). Os gnósticos, com seu sincretismo religioso greco-egípcio-judaico-cristão surgido também nos primeiros séculos da nossa era, procuraram conciliar todas as tendências religiosas e explicar-lhes os seus fundamentos através da Gnose.

As sandálias de Hermes eram dotadas de asas, separavam a terra do corpo pesado e vivente, e daí vem a importância simbólica das sandálias depostas, rito maçônico que evoca a atitude de Moisés no monte Sinai, pisando descalço a terra santa. Descalçar a sandália e entregá-la ao parceiro era, entre os judeus, a garantia de cumprimento de um contrato.

Para os antigos taoístas, as sandálias eram o substituto do corpo dos imortais, e seu meio de deslocamento no espaço. Em Hermes e Perseu, as sandálias aladas são o símbolo da elevação mística.

O caduceu significa em grego bastão de arauto. Símbolo dos mais antigos, sua imagem já se acha gravada, desde o ano 2.600 a.C., na taça do rei Gudea de Lagash. São várias as formas e múltiplas as interpretações do caduceu. Insígnia principal de Hermes, é um bastão em torno do qual se enrolam, em sentidos inversos, duas serpentes. Enrolando-se em torno do caduceu, elas

simbolizam o equilíbrio das tendências contrárias em torno do eixo do mundo, o que leva a interpretar o bastão do deus de Cilene como um símbolo de paz. A serpente é um símbolo encontrado na Mitologia de todos os povos. Todas as grandes idéias surgidas no início da Civilização foram representadas pela serpente: o Sol, o Universo, Deus, a Eternidade. Enroscada no Tau, a serpente é o símbolo do Grau 25 do REAA.

Também se pode interpretar o caduceu como sendo o símbolo do falo ereto, com duas serpentes acopladas. Esta interpretação do caduceu é uma das mais antigas representações indo-européias, sendo encontrado na Índia antiga e moderna, associado a numerosos ritos, bem como na Grécia, onde se tornou a insígnia de Hermes. Espiritualizado, esse falo de Hermes penetra no mundo desconhecido em busca de uma mensagem espiritual de libertação e de cura. Hoje em dia o caduceu é o símbolo universal da Medicina.

O esoterismo maçônico, com a sua tradução em rituais, símbolos e ensinamentos, é criação de grandes pesquisadores, colecionadores de livros e de manuscritos raros, e grandes estudiosos das culturas da antiguidade. Elias Ashmole, Desaguilliers e Francis Bacon foram alguns destes homens, Rosacruzes e grandes conhecedores do hermetismo e da transmutação alquímica dos metais, através da Pedra Filosofal. Eles introduziram na Maçonaria os mesmos conceitos filosóficos, utilizando agora os instrumentos da arte de construir, como símbolos da regeneração e do aperfeiçoamento moral e espiritual do Homem.

Hermes Trismegisto foi, na Mitologia Grega, o deus que reuniu os atributos que todos os grandes pensadores e iniciados desejaram transmitir às futuras gerações. Ele foi um deus tão importante que na cidade de Listra, a multidão, ao ver o milagre realizado pelo apóstolo Paulo, tomou-o por Hermes e gritou entusiasmada, pensando estar diante de um deus sob forma humana.

Obras consultadas
Hermes Trismegisto – Ensinamentos Herméticos AMORC Grande Loja do Brasil
Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia – Nicola Aslan
La Franc-Maçonnerie Rendue Intelligible à Ses Adeptes – Oswald Wirth
Encyclopaedia Britannica – Volume XI
O Vale dos Reis – O Mistério das Tumbas Reais do Antigo Egito – John Romer
A Doutrina Secreta – Volume V – H.P.Blavatsky
Odisséia – Homero

https://www.maconaria.net/hermes-trismegisto/


sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Templo Kurama

 〜鞍馬寺より〜

本殿金堂前の金剛床は、

宇宙のエネルギーである

尊天の波動が果てしなく

広がる星曼荼羅を模し、

内奥に宇宙の力を蔵する人間が

宇宙そのものである尊天と一体化する

修行の場となっています。

 

 

 

私も早速立ってみた!笑


https://ameblo.jp/noriko-happy-life/entry-12418382926.html









O Templo Kurama é

Uma montanha sagrada que floresceu como local de treinamento ascético.
Diz-se queÉ uma energia muito duraEu estava ouvindo, masoi completamente diferente!  Assim que cheguei,Foi um alívio.

Ascensão Mística do Templo Kurama para uma Experiência Zen perto de Kyoto

Não há dúvida de que Quioto concentra uma quantidade incomparável de templos e santuários. Um desses tesouros é o Kurama-dera, situado no Monte Kurama e facilmente acessível de trem saindo de Kyoto. Um lugar único para descobrir com felicidade depois de uma escalada Zen no coração de uma natureza exuberante...




suba a escada , templo kurama, treinamento

鞍馬寺は、

修行の場として栄えた霊山

と言われていて、

とても厳しいエネルギーだと

聞いていたんだけど、

全く違いました!

 

 

着いた途端、

ホッとする感じだったんです。

Os benefícios do Templo Kurama

“Maior sorte financeira” “Afastar o mal” “Vitória” 

Há tantas escadas,

Parecia que eu estava treinando.

https://ameblo.jp/noriko-happy-life/entry-12418382926.html




quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Jiro Horikoshi

 Jiro Horikoshi (堀越 二郎 Horikoshi Jirō?), Fujioka, 22 de junho de 1903 - Tóquio, 11 de janeiro de 1982), foi um engenheiro aeronáutico japonês, projetista-chefe da equipe que criou caças de estrondoso sucesso para a expansão japonesa durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo seu mais conhecido projeto, o Mitsubishi A6M Zero.[1]

Mas seus avanços foram parar em carros e até trens-bala ou Shinkansen.

A biografia de Jiro Horikoshi foi adaptada para o cinema no filme animado "Vidas ao Vento" produzido pelo estudio Ghibli.[2]


Kaze Tachinu

Kaze Tachinu (風立ちぬ ? pronúncia? BrasilVidas ao Vento / Portugal: As Asas do Vento) é um filme animado japonês, do gênero drama biográfico,[5] lançado em 2013. Com direção e roteiro de Hayao Miyazaki,[5] é baseado no romance homônimo de Tatsuo Hori, lançado originalmente em 1936.[6] É o 19.º longa-metragem de animação do Studio Ghibli[7] e foi distribuído internacionalmente pela Toho.[8] O elenco da película é composto pelas vozes de Hideaki Anno e Miori Takimoto, ambos como os protagonistas, com vozes adicionais de Nomura Mansai, Hidetoshi Nishijima, Masahiko Nishimura e Stephen Alpert, entre outros.[9]


Giovanni Battista Caproni,

 L'ambasciatore giapponese Horikiri Zambei appone la propria firma sul registro degli ospiti illustri presso le officine Caproni a Taliedo, Milão, 22 de abril de 1942 (Archivio famiglia Caproni Roma)

Giovanni Battista Caproni é engenheiro aeronáutico, engenheiro civil, engenheiro elétrico e projetista de aeronaves. Ele também é o fundador da empresa fabricante de aeronaves Caproni. Giovanni B. Caproni nasceu em 3 de julho de 1886 em Massone d'Arco, que na época ficava na Áustria-Hungria, no Trentino, mas que depois de 1918 se tornou italiano.

Sua vida e carreira

Em 1906 , obteve o doutorado em engenharia elétrica pelo Instituto Montefiore de Liège. Depois, em 1907, licenciou-se em engenharia civil na Politécnica de Munique.

Em 1909, Giovanni Battista Caproni regressou a Itália depois de ter frequentado cursos de engenharia civil em Munique, electricidade em Liège e construção aeronáutica em Paris. Estando sua cidade natal, Massone d'Arco, então sob domínio austro-húngaro, ele se estabeleceu em Taliedo, um distrito no sudeste de Milão, perto do atual aeroporto de Milão-Linate. Foi em Taliedo que fez o seu primeiro avião, um biplano que fez o seu primeiro voo em 27 de maio de 1910 e que fundou a Società de Agostini e Caproni , que mais tarde se tornou Società Caproni e Comitti.










segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

zen na engenharia

 


A estética japonesa enfatiza o minimalismo, a simplicidade e a beleza natural. Esses elementos são incorporados tanto na Engenharia quanto na Arquitetura, influenciando várias correntes de pensamento em todo o mundo. Aliás, em projetos arquitetônicos, o minimalismo é frequentemente expresso por meio de linhas limpas, espaços abertos e materiais naturais. Já na Engenharia, essa abordagem se reflete em soluções eficientes e sustentáveis, utilizando estruturas leves e materiais de alta qualidade.



Uso eficiente do espaço

A escassez de espaço no Japão impulsionou a criação de soluções inteligentes para o uso do espaço. A Engenharia e Arquitetura japonesas desenvolveram técnicas que permitiram a maximização do espaço disponível, como os famosos edifícios de múltiplos andares e a construção em altura. Essas soluções foram adotadas em todo o mundo e desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de arranha-céus e estruturas verticais em áreas urbanizadas.

Tecnologia e inovação

A cultura japonesa tem uma forte inclinação para o desenvolvimento tecnológico e a inovação. Essa influência é fortemente evidente na Engenharia e Arquitetura japonesas, onde a tecnologia é explorada e integrada de forma harmoniosa aos projetos.

Desde o desenvolvimento de materiais avançados até a utilização de técnicas de construção de ponta, a Engenharia Japonesa tem sido pioneira em muitas áreas-chave. Além disso, a busca pela perfeição e pela excelência técnica é uma característica da cultura japonesa, o que tem impulsionado a engenharia e a arquitetura para novos patamares.

Harmonia com a natureza

A cultura japonesa valoriza a harmonia com a natureza, e isso é refletido em sua abordagem à Engenharia e Arquitetura. Os projetos buscam integrar-se ao ambiente natural e fazem uso de elementos como jardins, água e luz para criar espaços que proporcionem tranquilidade e bem-estar. Essa abordagem tem sido cada vez mais adotada em todo o mundo, especialmente no design de espaços públicos e de edifícios sustentáveis.




terça-feira, 24 de outubro de 2023

Alain de Benoist

é um filósofo político e jornalista francês, membro fundador da Nouvelle Droite ("Nova Direita") e líder do think tank etno-nacionalista GRECE .

Influenciado principalmente por pensadores da Revolução Conservadora Alemã , [2] de Benoist se opõe ao Cristianismo , aos direitos do homem , ao neoliberalismo , à democracia representativa , ao igualitarismo ; e o que ele vê como incorporação e promoção desses valores, nomeadamente os Estados Unidos . [3] Ele teorizou a noção de etnopluralismo , um conceito que se baseia na preservação e no respeito mútuo de regiões etnoculturais individuais e fronteiriças. [4] [5]

Seu trabalho tem sido influente no movimento de direita alternativa nos Estados Unidos, e ele apresentou uma palestra sobre identidade em uma conferência do National Policy Institute organizada por Richard B. Spencer ; no entanto, ele se distanciou do movimento. [6] [7]

https://en.wikipedia.org/wiki/Alain_de_Benoist

Neopagão [73] de Benoist casou-se com Doris Christians, uma cidadã alemã, em 21 de junho de 1972. Eles têm dois filhos [15] [9] Ele é membro da sociedade de alto QI Mensa , cujo ex-presidente da filial francesa era membro do comitê de mecenato da Nouvelle École . [74] De Benoist possui a maior biblioteca privada da França, com uma estimativa de 150.000 [75] a 250.000 livros. [1]

Desde há mais de trinta anos que Alain de Benoist vem efectuando un metódico trabalho de reflexão no âmbito das ideias. Escritor, jornalista, conferencista, filósofo, publicou mais de 50 livros e mais de 3.000 artigos, actualmente traduzidos a uns quinze idiomas. Os seus principais campos são a filosofia política e a história das ideias, mas também é autor de numerosas obras sobre arqueologia, as tradições populares, a história das religiões ou as ciências da vida.

Indiferente às modas ideológicas, recusando qualquer forma de intolerância e de extremismo, Alain de Benoist também não cultiva nenhum tipo de nostalgia «restauracionista». Quando critica a modernidade, não é em nome de um passado idealizado, senão preocupado antes de tudo pelas problemáticas pós-modernas. Quatro são os principais eixos do seu pensamento: 1) a crítica conjunta do individúo-universalismo e do nacionalismo (ou do etno-centrismo) como categorias que pertenecem, em ambos os casos, à metafísica da subjetividad; 2) a desconstrução sistemática da razão mercantil, da axiomática do interesse e das múltiplas dominações da Forma-Capital, cujo alcance global constitui, desde o seu ponto de vista, a principal ameaça que pesa sobre o mundo; 3) a luta a favor das autonomias locais, ligada à defesa das diferenças e das identidades colectivas; 4) uma decidida tomada de posição a favor de um federalismo integral, baseado no princípio da subsidiariedade e da generalização a partir da base das prácticas da democracia participativa.

Pese embora a sua obra ser conhecida e reconhecida num crescente número de países, Alain de Benoist continua sendo objecto de um forte ostracismo na França, onde o seu nombre é associado demasiado amíude ao da «Nova Direita» com o qual Alain de Benoist nunca se reconheceu verdadeiramente.

Matthew Rose é especialista em História das ideias teológicas e políticas e doutor pela Universidade de Chicago. Seu novo trabalho – A World after Liberalism – Philosophers of the Radical Right (2021) – foi pensado no contexto da campanha de Donald Trump e da crise dos refugiados de 2016, quando ele notou que jornalistas dos EUA e da Europa começavam a citar autores da extrema direita cuja tradição era “mais profunda e filosófica sobre a vida contemporânea e mais cética sobre o lugar do cristianismo na cultura ocidental” (Mclemee, 2022). Do desconhecimento inicial, o autor avançou para uma análise das ideias radicais do pensador “nacionalista” e de direita Samuel Francis, publicado na revista First Things (2018). O artigo se estendeu e se transformou na obra atual, acrescida de notas (ou retratos) biobibliográficos de mais quatro intelectuais: “o profeta” alemão Oswald Spengler, “o fantasista” italiano Julus Evola, “o antissemita” estadunidense Francis Parker Yockey e “o pagão” francês Alain de Benoist.

Rose é católico, democrata e, academicamente, orientado pelo trabalho de Heinrich A. Rommen (1897-1967) que, na condição de ex-aluno de Carl Schmitt (1888-1985), examinou a obra do mestre sob o ponto de vista da crítica que a “direita radical” disparava contra as ideias de “igualdade e justiça”, compreendidas como corruptoras “das mais altas inspirações humanas” (Mclemee, 2022). A meta explícita e modesta de Rose é tornar inteligíveis as ideias de pensadores que orientam o “novo conservadorismo” em seus ataques aos princípios de “igualdade humana”, respeito às “minorias”, “tolerância religiosa” e “pluralismo cultural” (Rose, 2021, p.5). A meta implícita e engajada é fazer a defesa do cristianismo em termos teológicos e apresentar valores cristãos de longa duração como possíveis respostas ao vazio ideológico de muitos jovens do seu tempo e país. Leia Mais

https://www.resenhacritica.com.br/tag/alain-de-benoist/

 

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