A sustentabilidade está em nosso modo de vida. |
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Sustentabilidade
sábado, 26 de janeiro de 2013
O TAO
“A música da natureza não existe além das coisas. As várias aberturas, gaitas, flautas, todos os seres vivos, juntos, formam a natureza. O ‘EU’ não pode produzir coisas e as coisas não podem produzir o ‘EU’, que existe por si mesmo. As coisas são o que são espontaneamente, não por causa de alguma outra coisa. Tudo é natural sem saber por que o é. As 10 mil coisas tem 1o mil estados diferentes, todos em movimento como se existisse um Senhor Verdadeiro para movê-las – mas, se procuramos por evidências desse Senhor, não conseguimos encontrá-las.” (Kuo Hsiang).
Caos Never Die
Hakim Bey- Terrorismo Poetico
HT: Você pode explicar o “Terrorismo Poético”?
HB: Por terrorismo poético eu entendo ações não-violentas em larga escala que podem ter um impacto psicológico comparável ao poder de um ato terrorista - com a diferença de que o ato é de mudança de consciência. Digamos que você tem um grupo de atores de rua. Se você chamar o que você está fazendo de “performance de rua”, você já criou uma divisão entre o artista e a audiência, e você alienou de si mesmo qualquer possibilidade de colidir diretamente nas vidas diárias da audiência. Mas se você pregar uma peça, criar um incidente, criar uma situação, pode ser possível persuadir as pessoas a participar e a maximizar sua liberdade. É uma estranha mistura de ação clandestina e mentira (que é a essência da arte) com uma técnica de penetração psicológica de aumento da liberdade, tanto no nível individual quanto no social.
Fonte: http://hakimbeydasilva.cjb.net/ ; parte da entrevista dada por Hakim Bey NA HIGH TIMES MAGAZINE
Homenagem a Oscar Niemayer-arquiteto do cerrado
Ele projetou uma cidade moderna no coração do cerrado brasileiro , pena que os politicos brasileiros que moram nesta cidade não ajudam muito o cerrado, aliás o destroem ..............
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
4 Questões para você PARAR de se perguntar:
Como livrar sua mente de seus pensamentos mais desanimadores. – por Deepak Chopra.Um dos maiores problemas para mim ao longo dos anos tem sido a forma de tornar a mente um aliado em vez de um inimigo.
Sofrimento diário é em grande parte mental. Nós nos obsecamos e nos preocupamos.
Somos assombrados por mágoas antigas e antecipamos novos acontecimentos com ansiedade.
Para muitas pessoas, as mesmas quatro perguntas continuam surgindo para exacerbar estes sentimentos:
1. “O que há de errado comigo?”
2. “O que irá acontecer?”
3. “Como é que eu vou sair dessa?”
4. “Da onde é que vai vir o dinheiro?”
Fazer esses pensamentos irem embora é extremamente difícil. Eles são persistentes parecem nunca se resolverem e as soluções que tentamos encontrar paracem nunca se resolverem também.
Nós ignoramos as inquietações – uma forma de negação- ou tentamos nos tranquilizar de que não há nada de errado, o que, ironicamente, só atiça a preocupação e dúvida.
Outra tática? Tentamos compensar nossa ansiedade por provar nosso valor através da busca pelo dinheiro, poder e realização. Isso pode resultar em riqueza e sucesso, mas não põe fim ao medo ou a idéia de que o futuro reserva algo terrível e desconhecido.
É necessário tentar um novo caminho, que permita que a nossa mente seja o nosso amigo e não o nosso inimigo.
Para fazer isso, nós temos que nos mover a partir do nível do problema ao nível da solução.
O primeiro passo é reparar honestamente no que as quatro perguntas estão fazendo com você e de onde elas surgem.
“O que há de errado comigo?”
Este pensamento surge da insegurança pessoal, auto-dúvida, e do julgamento contra si mesmo.
Quando as pessoas lutam com auto-dúvida, elas geralmente ficam presas dizendo coisas opostas para si: “Não há nada de errado comigo” um dia e “eu sou uma bagunça, tudo está errado comigo.” no outro, conforme as circunstâncias oscilam de bom para ruim.
Nenhum dos extremos é verdade, mas este não é o ponto. A resposta falsa torna-se um ritual, uma resposta fixa que não chega a lugar algum.
Outros pensamentos ritualísticos incluem: “Eu continuo fazendo isso para mim”, “eu sou idiota”, “Eu estou sozinho”, “Eu nunca vou ter um tempo”, e assim por diante.
O problema é que você está tentando responder a uma pergunta que é auto-destrutiva, para começar.
Em vez disso, você deve olhar por que surgiu a questão e resolver esse problema, que é a insegurança. Dessa forma você está oferecendo o seu poder e a segurança surge quando é centrada no Eu.
“O que irá acontecer?”
Essas preocupações aterrorizam o futuro. É sobre a falta de confiança.
Na vida, você nunca vai saber o que vai acontecer. Qualquer tentativa de uma resposta é inútil, uma vez que este, também, é uma questão de auto-destruição.
Em vez disso, você precisa viver no presente. Perceba que o futuro não é apenas desconhecido para você, ele é incognoscível para qualquer pessoa, não importa o quanto você se preocupe.
Portanto, você está se preocupando com um fantasma, o medo está se acumulando sobre as possibilidades hipotéticas e os piores cenários. Eles desaparecem quando você coloca sua atenção no aqui e agora.
“Como é que eu vou sair dessa?”
Esta questão vem de um sentimento de estar aprisionado. Para acabar com esse sentimento, você deve abrir espaço para a criatividade.
É auto-destruidor você bloquear a sua criatividade com uma repetição obsessiva de dúvidas.
Soluções não vêm de pânico. Elas vêm quando você reformula a situação em que você se encontra preso. Ao invés de vê-la como uma prisão, veja isso como uma chance de provar que você é capaz de atender a realidade de frente. Liberando o medo, você abre um canal para novas soluções aparecerem.
“De onde é que vai vir o dinheiro?”
Na superfície, isto é sobre finanças. Mas por baixo disto, esta questão vem da sensação de que sua vida pode ser tirada de você.
Você acha que o dinheiro lhe protege da perda total de controle e, como se isso não fosse o bastante, forças invisíveis irão dominá-lo.
Em vez de lidar com a questão do dinheiro, é hora de criar um lugar seguro dentro de você.
O primeiro passo é ver que o dinheiro não vai fazer você seguro (a não ser, é claro, que você não tenha acesso as necessidades básicas de alimentação e alojamento). Uma quantidade prudente de dinheiro é, inegavelmente, uma garantia, mas o sentimento de falta é psicológica.
Você vai se sentir seguro por dentro não quando você tiver dinheiro suficiente, mas quando você poder dizer: “Eu sou o suficiente.”
Este texto foi traduzido do original: 4 Questions to stop asking yourself (http://www.oprah.com/spirit/Deepak-Chopra-Four-Questions-to-Stop-Asking-Yourself).
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Julia Butterfly Hill
julia Butterfly Hill (Missouri, 18 de fevereiro de 1974), nascida Julia Lorraine Hill é uma ativista e ambientalista norte-americana. Julia ficou conhecida por ter vivido no alto de uma sequoia de 55 m de altura e cerca de 1500 anos por 738 dias entre 10 de dezembro de 1997 e 18 de dezembro de 1999.
Com base na história da ação de Julia Butterfly Hill em defesa da sequoia conhecida como Luna, foi criado em 2006 o projeto "What's Your Tree": O projeto se baseia na crença de que todas as pessoas são capazes de agir e mudar o mundo, desde que encontrem em si mesmos a causa que os motiva para essa ação corajosa - o que no contexto do programa é chamado de "árvore" pessoal, em alusão à sequoia Luna como motivação para a ação de Julia Butterfly.
http://www.juliabutterfly.com/en/
Com base na história da ação de Julia Butterfly Hill em defesa da sequoia conhecida como Luna, foi criado em 2006 o projeto "What's Your Tree": O projeto se baseia na crença de que todas as pessoas são capazes de agir e mudar o mundo, desde que encontrem em si mesmos a causa que os motiva para essa ação corajosa - o que no contexto do programa é chamado de "árvore" pessoal, em alusão à sequoia Luna como motivação para a ação de Julia Butterfly.
http://www.juliabutterfly.com/en/
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
JANGADÃO ECOLOGICO NO ARAGUAIA
O jangadão ecologico no araguaia passa por uma das regiões mais belas de goias, o Apa do encantado , Canyons de extrema beleza.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
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